Bem-vindo ao seu blog de pesquisa do mercado varejista. Aqui você encontrará dicas e notícias sobre o que acontece no mundo dos negócios de varejo. sinta-se á vontade para dar dicas e sugestões.
Copyright Paulo Monteiro 2008
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Fundado em Franca no interior de São Paulo; o Magazine Luiza da empresária LuizaTrajano, Já possui 457 lojas. Perdendo Posição apenas para o Grupo Pão de Açúcar, tende agora ser mais ousada em novos empreendimentos, aguardando apenas novas oportunidades de localização.
Site do carrefour
O Portal do Carrefour lançado semana passada já registrou mais de R$ 6 milhões em vendas, com destaque para as tv de lcd.
Wal Mart
A subsidiária brasileira não pretende pagar os bônus aos seus executivos referente ao faturamento de 2009, pois não houve cumprimento das metas.
Nesta acirrada corrida do "atacarejo", junção de atacado e varejo; nasce mais um grande centro de compras. Situado na Av Brasil no espaço que já foi depósito do Paes Mendonça e que posteriormente passou a alocar o centro de distribuição do Pão de Açúcar, o Mega Box é mais uma opção neste mercado que tende a crescer neste ano 15% em relação ao ano passado. Com uma instalaçao para expor mais de 8000 itens, já nasce com preços super agressivos. Veja exemplo a baixo:
Café pele 500g por 2,95 até 12/03/2010
Açúcar Caravelas 1k por 1,89 até 12/03/2010 Feijão preto chocolate por 1,59 até 12/03/2010
Tamanho da Loja: Área de Vendas 5.000 m2 - Área Total 5.000 m2
Número de Check-outs: 18 com 21 PDVs
Número de Vagas de Estacionamento: 200 vagas
Entrada 1 : Av. Brasil, 9561 (na altura da passarela 14, ao lado da CEDAE)
O cofre está aberto na Lojas Americanas. A rede varejista vai construir dois grandes centros de distribuição, um na Região Centro-Oeste e outro no Sul do país. Existe ainda a possibilidade de um terceiro empreendimento, no Nordeste, que será avaliado pelo Conselho de Administração possivelmente no segundo semestre. Leia mais em:
Um discreto anúncio feito nos últimos dias pela Procter & Gamble não recebeu até agora a devida atenção que o assunto merece. Vigésima maior empresa do planeta em receita bruta, a P&G vai começar a vender, a partir do final de fevereiro, seus produtos em uma página própria da internet. Significa que, em vez de ir a um supermercado para comprar itens como a lâmina de barbear Gillette, o sabão em pó Ariel e o xampu Pantene, o cliente entra no site www.pestore.com (marca registrada pela empresa e que deve ser o canal de vendas online da companhia) e faz ali o seu pedido. Depois, recebe a encomenda em casa, pelo Correio.
João Carlos Paes Mendonça foi um dos mais importantes barões da história do varejo brasileiro. Ex-dono do BomPreço e membro da família que foi controladora da rede Paes Mendonça, uma das maiores supermercadistas do País, ele tem autoridade como poucos para avaliar o setor. E seu veredicto é ousado: "Ninguém entende de varejo no Brasil", diz este sergipano de 71 anos, 60 deles dedicado ao segmento. "Nem eu mesmo." Homem de diálogos francos e diretos, Paes Mendonça sempre primou pela sinceridade. "É muito difícil entrar em cidades ou regiões que não se conhece. Veja o exemplo do Abilio Diniz, que tentou entrar na Bahia sem sucesso, e o Michael Klein, da Casas Bahia, que acabou saindo do Rio Grande do Sul. É mais complicado entender o consumidor do que se pensa." Afastado do ramo de supermercados, Paes Mendonça quer voltar a investir em São Paulo, mas agora sua prioridade é outra. "Estou no negócio de shopping centers há anos. De supermercado, não quero saber mais", diz. Leia mais em:
De acordo com o levantamento, que leva em conta os dados referentes ao ano fiscal de 2008, a Americanas encerrou o exercício com faturamento de US$3,886 bilhões, montante que a colocou na posição de número 200 no ranking. A rede Wal-Mart ficou no topo da lista com uma receita global de US$ 405,6 bilhões, seguida pelo Carrefour, que faturou US$ 129,8 bilhões. O crescimento da Americanas foi um dos mais acentuados entre as empresas citadas no levantamento. Entre 2003 e 2008, a taxa anual de crescimento de suas vendas no varejo foi de 29,2%, o que a colocou em 11º lugar entre as 250 companhias da pesquisa. A russa Euroset, especializada no mercado de eletrônicos, liderou entre as de crescimento mais elevado nesse intervalo. O Grupo Pão de Açúcar, no 92º lugar, foi a mais bem colocada empresa brasileira entre os maiores varejistas do mundo. Na sequência, entre os brasileiros, aparece a Casas Bahia, na 131º colocação. Como são de 2008, os dados do levantamento ainda não levam em conta a união entre os dois grupos, anunciada há pouco mais de um mês. Em análises sobre os mercados de maior potencial para as varejistas, o estudo afirma que o Brasil já se recuperou de uma recessão modest0, o que faz com que os prognósticos para a economia do país sejam bastante positivos. Baixa inflação há quase duas décadas, políticas de inclusão social do governo federal e a consequente redução da desigualdade e a escolha do Rio de Janeiro como sede da Olimpíada de 2016, entre outros fatores, fazem com que o País represente uma grande oportunidade (de negócios) para os varejistas. fonte: blog.aprovare.com.br
O empresário Saul Klein estuda investir parte dos R$ 4 bilhões que recebeu com a venda da sua sociedade nas Casas Bahias para o Pão de Açúcar, nas lojas Insinuantes. Existe também a possibilidade de se juntar ao Ricardo Eletro.
Wal Mart de Olho no Carrefour
O Wal Mart está auditou o Carrefour para uma futura compra das suas operações no Brasil. Mais detalhes em
Mappin Pode Voltar
A Marabraz que comprou o direito da marca, pode ativar o Mappin até 2013, sendo que desta vez há a possibilidade de transformá-la em loja de departamento.
A rede de lojas Riachuelo prevê acelerar sua expansão no Rio de Janeiro, estado onde tem poucas lojas. Atualmente, a Riachuelo tem apenas seis lojas no Estado e prevê abrir, pelo menos, mais duas nos próximos meses. A rede já planejava investir no mercado fluminense mesmo antes da escolha do Rio como das Olimpiadas em 2016. A Riachuelo vai inaugurar 26 lojas nos próximos dois anos, uma expansão de 20% na área de vendas só em 2010. Já as redes de lojas eletrodomésticos do Nordeste, como Rabelo, Insinuante e Lojas Maia, poderão até se beneficiar da união do Pão de Açúcar/Extra com as Casas Bahia. As indústrias não querem ficar refém desses mega conglomerados.
A rede de lojas Riachuelo prevê acelerar sua expansão no Rio de Janeiro, estado onde tem poucas lojas. Atualmente, a Riachuelo tem apenas seis lojas no Estado e prevê abrir, pelo menos, mais duas nos próximos meses. A rede já planejava investir no mercado fluminense mesmo antes da escolha do Rio como das Olimpiadas em 2016. A Riachuelo vai inaugurar 26 lojas nos próximos dois anos, uma expansão de 20% na área de vendas só em 2010. Já as redes de lojas eletrodomésticos do Nordeste, como Rabelo, Insinuante e Lojas Maia, poderão até se beneficiar da união do Pão de Açúcar/Extra com as Casas Bahia. As indústrias não querem ficar refém desses mega conglomerados.
Brasil é aposta de grupo francês sócio do Pão de Açúcar para se expandir Cuiabá / Várzea Grande, 05/12/2009 - 18:19.
Folha de S.Paulo
A atividade nos países emergentes é, atualmente, um dos pilares das operações do grupo francês Casino. E o Brasil é a sua principal aposta para se expandir na América do Sul. A empresa disse em comunicado que, com a aquisição da Casas Bahia, "confirma a prioridade atribuída ao desenvolvimento no Brasil, um país onde o consumo está em forte expansão e cuja contribuição no volume de negócios do grupo continuará a crescer".
Casino e Abilio Diniz, da família fundadora do Pão de Açúcar, têm, cada um, 50% das ações da holding Wilkes, controladora do grupo brasileiro. Mas os franceses têm ainda 34% das ações com direito a voto, o que lhe dá mais peso no Pão de Açúcar, embora Diniz tenha, por acordo, mandato para comandar os negócios do grupo até 2012.
Em 2012, o Casino também poderá exercer o direito de compra de parte das ações de Diniz. Mas o acordo de acionistas permite haja uma prorrogação do mandato de gestão, mesmo que o Casino passe a deter mais de 50% da Wilkes.
De acordo com o balanço do terceiro trimestre deste ano, o faturamento das vendas das filiais internacionais do Casino cresceu 6% ante o mesmo período de 2008. Isso foi possível "graças ao dinamismo dos países emergentes, em particular do Brasil, onde foi consolidada a aquisição do Ponto Frio pelo Grupo Pão de Açúcar".
O resultado total do grupo no terceiro trimestre -faturamento na França e no exterior- mostra uma queda de 1,4% das vendas em euro.
Nos seis primeiros meses deste ano, o faturamento internacional cresceu 5%. Segundo o documento, esse desempenho foi possível graças à "América do Sul e à Ásia, que representam hoje quase 30% do volume de negócios". Já a receita total do grupo de janeiro a junho caiu 1% ante o mesmo período de 2008.
Ainda que o grupo Casino continue entre os principais atores das vendas do varejo de alimento na França, com uma rede de 8.601 lojas de nove marcas diferentes, a direção da empresa não esconde a estratégia de expansão fora do território europeu.
"Ao privilegiar os emergentes (...), o grupo fez da América do Sul e do Sudeste Asiático suas áreas prioritárias".
Em relação à América do Sul, o grupo Casino destaca o crescimento das vendas no Brasil. No primeiro semestre, houve expansão de 6,2% em toda a região, "sustentada pelo forte desenvolvimento do Grupo Pão de Açúcar no Brasil", explica a empresa aos seus acionistas.
A Nova PontoCom, empresa de comércio eletrônico resultante da Compra das Casas Bahia pela Grupo Pão Açúcar (GPA), anunciada na sexta-feira (4/12), pode ameaçar a liderança de mercado do Grupo B2W, controlador do Submarino e da Americas.com. É o que mostra estudo realizado pela Hitwise e divulgado nesta terça-feira (8/12) pela Serasa Experian.
Com base em uma amostra formada por 90 mil pessoas que visitam cerca de 60 mil sites no Brasil, a análise mostra que, em no início do segundo trimestre (11/4), a Nova PontoCom, que reúne as operações de comércio eletrônico que pertenciam à Globex, então controlada pelo GPA – Extra.com e PontoFrio.com.br), e a Casasbahia.com.br, registraram crescimento de 70,5% em visitas de abril a novembro deste ano. No mesmo período, as operações da B2W avançaram apenas 11,1% em número de visitantes.
Apesar desse avanço, a B2W mantém a liderança no segmento de comércio eletrônico no Brasil, com um todas de 41,81% de market share entre os varejistas online, sendo que a Americanas.com detém a maioria das visitas (26,62%) – os 15,19% restantes vêm do Submarino. Com a fusão, a Nova PontoCom detém agora 22,25% do mercado – mais da metade do market share B2W.
Tal posição coloca as operações eletrônicas do GPA à frente do Magazine Luiza, dona de 8,21% do mercado e que, agora, fica com a terceira posição.
Separadas, as operações da Nova PontoCom têm o seguinte marketshare: Casasbahia.com.br – 8,21% (4º lugar no ranking); Extra.com – 8,03% (5º). O PontoFrio.com.br, com 6,01% de participação, é o 7º do mercado, atrás do Shoptime (6,63%).
Neste post vou descrever algumas dicas para que você não se aborreça com a correria do último mês do ano. Faça as compras com antecedência. Não espere a semana que antecede o natal. Procure pagar à vista, se não for possível prefira os parcelamentos sem juros (hoje já existi muitas lojas que oferecem esta modalidade. Pesquise os preços em pelo menos três lojas. Evite andar com a carteira nos bolsos de trás, prefira colocar a bolsa ou a carteira na parte da frente do corpo. Evite levar as crianças, pois o consumo vai ser maior e o aborrecimento também. prefira ir acompanhado, pois nesta época sempre aparecem aqueles espertalhões para te ajudar a carregar as bolsas e depois sumir na mutidão. Nunca! Mas nunca mesmo entegue seu filho de colo a alguém para segurar. Nesta época desconfie sempre!!!! Coloque o carro sempre em estacionamentos credenciados. evite deixá-lo na rua a mercê dos flanelinhas. Lembre-se: Caridade tem limite, desconfie dos pedintes (muitos malandros nesta época se transvestem de mendigos para dar golpes). Nas compras on-line verifique se o site é seguro, para isto basta observar o cadeado ou a chave ao lado do relógio do seu micro. Pesquise em sites de reclamações sobre a lojas (prazo de entrega, qualidade das mercadoria e troca). Nas compras de bens de consumo, verifique a validade dos produtos (nesta época os varejista aproveitam para despachar as mercadorias que estão para vencer). No comércio de rua, na hora de pagar observe a nota que esta pagando e para quem esta entregando. Porque é comum nesta época os famosos esticões,você entrega uma nota de R$ 20,00 e o vendedor diz que você deu uma de R$10,00 ou então dar o troco errado (conte sempre o troco) Não se deixe enganar com as frutas importadas as dicas são:
Ameixa importada geralmente é mais vermelha, tendendo para escura e robusta que a nacional. Pessêgo importado é mais amarelo e robusto que o nacional. Kiwi importado tem o calibre maior que o nacional. Bacalhau, evite os molhados e escuros. Nozes, evite as que estão rachadas. Damasco devem estar brilhantes e firmes. ameixas também devem estar brilhantes.
Para resumir os importados tem uma qualidade maior que os nacionais.
Pronto, tomando estes cuidados você terá um final de ano sem dor de cabeça.
Trazido pelo Makro em 1972 para o Brasil, o chamado Cash & Carry; agora popularmente conhecido como atacarejo; está crescendo e travando uma guerra entre as gigantes Carrefour, Wal Mart e Pão de Açúcar. Cada uma se apressa para aumentar os seus números de lojas neste seguimento. O Carrefour com sua bandeira Atacadão, O Wal Mart com o Maxxi e o Pão deAçúcar com o Assai. E o pioneiro com ele mesmo, Makro.Veja como esta à disputa em número de lojas:
Este seguimento vem crescendo nas classesC, De E. Já do outro lado está o modelo chamado de Power Center que vem sendo importado da Europa e dos Estados Unidos, é um formato onde num mesmo espaço se alojam duas bandeiras do mesmo grupo. Exemplo disto é o formado pelo Grupo Pão de Açúcar, que reúne num mesmo espaço as bandeiras Extras e Assai com a interligação entre as lojas. Este modelo tem como alvo as classes A e B. Vale lembrar que tanto no Atacarejo, como no Power Center o custo operacional é menor.
Se você parar para observar notará que os produtos vendidos no Brasil estão cada vez mais rotulados num linguagem que não é a nacional. Portanto, se você pretende aprender um básico de inglês basta ir ao um supermercado e de posse de um dicionário traduzir os nomes dos produtos que estão expostos nas prateleiras. Veja alguns exemplos:
Na semana passada um amigo me perguntou se eu me lembrava da confusa negociação na época que se deu a venda dos supermercados Dallas, Rainha e Continente? eu falei que sim mas não deixei muito claro. Agora pesquisando nos meu arquivos consegui o texto do discurso do Sr. José Nader na ALERJ. Transcrevo abaixo e vejam como é o mundo dos negácios.
nformações Básicas
Sessão:OrdináriaExpediente:Final Autor do Documento:Adriana Fonseca/ALERJData de Criação: 11/04/2008
O SR. JOSÉ NADER – Sr. Presidente, Srs. Deputados, senhores funcionários em extinção nesta Casa Legislativa, que saudade temos de funcionários efetivos. Essas coisas que acontecem na Assembléia não aconteceriam se existissem funcionários com anos de Casa e com mais responsabilidade. Quero fazer aqui uma consulta porque estou vendo que a TV Alerj está ao vivo, mas acho que ela não está passando na televisão. Eu gostaria de saber agora, da TV Alerj se está passando na televisão ou não, porque está ali no quadro, ao vivo, mas não vemos a transmissão.
O SR. PRESIDENTE (Coronel Jairo) – Eu vou responder a V. Exa. Às quintas-feiras transmitem a Câmara Municipal. Mas pode ficar tranqüilo porque todos os telespectadores da TV Alerj vão ver V. Exa., a partir das 21 horas, porque a TV Alerj grava, na íntegra, os depoimentos. Hoje, às nove horas da noite, não ao vivo, mas gravado, estarão transmitindo este plenário, com riqueza de detalhes. Se V. Exa. por acaso tropeçar, a TV Alerj corrige, porque está em evolução, agora dirigida pelo Dudu.
O SR. JOSÉ NADER – Que coisa boa, quando eu vejo o presidente integrado com todo procedimento da Casa. Eu fico muito feliz. A informação que está ali diz “ao vivo” e isso me deixou confuso, por isso pedi a interferência de V. Exa. Quem, Senhor, habitará em Teu tabernáculo? Quem há de morar em Teu santo monte? O que pratica a justiça e de coração fala a verdade.
Deputado Wagner Montes, com certeza esse assunto vai causar muito espanto a V. Exa. No ano de 2000, nesta Casa, houve uma denúncia do Deputado Eider Dantas a respeito de uma junção de três grandes redes de supermercado - Dallas, Rainha e Continente.
Venho estudando este caso e pude detectar algumas coisas: nessa denúncia do Deputado Eider Dantas, o Ministério Público entrou em ação para fazer a sua verificação. Mas, quando foi consultar o Ministério Público, eles não acharam o processo de investigação. Aí, denúncia que me chegou relata que essa composição dos supermercados se deu da seguinte forma: Dallas, Rainha e Continente venderam... - isso foi montado pelo Sr. Silverinha, aquele do “propinoduto”, ele mesmo - e isso passou meio batido na Comissão, na CPI do Propinoduto. Mas, como essa denúncia chegou ao meu gabinete agora, eu comecei a me aprofundar. Segundo me informam, esses três supermercados venderam o supermercado para a grande rede Carrefour, francesa, tudo feito pelo Sr. Silveirinha. E nessa venda para o Carrefour sumiram os débitos fiscais desses mercados.
Eu estou me aprofundando. Como vi isso, engendrado por um camarada que conhecia tudo dentro da Secretaria de Finanças, logo a seguir a essa venda feita ao Carrefour, eles tomaram... o Carrefour detectou que as redes que ele havia comprado eram de lojas que não davam lucro e venderam novamente para as mesmas pessoas, porém sem os débitos fiscais. Eu achei isso muito estranho e percebi nisso tudo, - eu quero até dizer aqui que estou falando em cima da denúncia que recebi, - que o Carrefour estaria envolvido com o Sr. Silveirinha para manobrar essa maracutaia. Isso foi esquecido no Governo do Estado. E, à época, nesta Casa, o Presidente era o hoje Governador Sérgio Cabral. Então. Estou pedindo ajuda dos Srs. Deputados porque quem viveu nessa época, nesta Casa, em cima dessas denúncias pode ter mais elementos que nos possam clarear esta denúncia. E, inclusive o Dr. Marfan Martins Vieira era, na época, Presidente da Associação do Ministério Público e eles se engajaram para saber desse débito fiscal, para onde foi.
Uma outra coisa interessante é que quando eles compraram de volta essa rede de supermercados, que foi transformada emPresunic, quem comprou essa rede foram os filhos dos donos do Dallas, Rainha e Continente. Isso foi registrado na Junta Comercial com um capital social de 9 mil reais. Quanto seria o capital social dessas três empresas? Eram três grandes supermercados.
Estou trazendo isso a esta tribuna porque estou me aprofundando nessas investigações e os Deputados mais antigos desta Casa, com certeza, poderão clarear melhor as nossas informações e nos ajudar a saber onde estão esses débitos fiscais, porque na época, nesta Casa, o Presidente era o Deputado Sérgio Cabral, que hoje é Governador. Então nós temos que saber aonde é que foi isso. De repente, até o hoje Governador pode nos informar melhor essa situação, porque os débitos fiscais desses supermercados eram grandiosos, e sumiram.
Para onde foram? Acho que, de repente, o Secretário de Saúde Sérgio Côrtes deve ter comprado Doril e sumido com esse débito. Mas nós vamos nos aprofundar e vamos achar, Sr. Presidente, Deputado Coronel Jairo, onde estão esses débitos porque isso causou um rombo no Governo do Estado. E eu quero achar os responsáveis.
Muito obrigado, Sr. Presidente, Coronel Jairo, pela sua ajuda nesse tempo que me excedi.
Nesta sexta-feira, dia 25 de setembro; a concorrência no centro de Belford Roxo aumentou. O Ricardo Eletro inaugurou mais uma loja na cidade, bem ao lado do Ponto Frio Bonzãoque disputa espaço com a loja da Casas Bahia. Agora o Ponto Frio ficou no meio do fogo cruzado. Com certeza no dia da inauguração o que vi foi as duas lojas perdendo cliente para o Ricardo Eletro. È isso ai, que venham os concorrentes; isto gera arrecadação para o município e barganha para o consumidor.
Nunca um produto mudou tanto de fórmula quanto o Seda. Desde 1968 quando chegou ao Brasil já teve várias versões: 1996(Ceramidas),1998(Hidraloe), 1999(Dna Vegetal), 2001(Seda Control), 2002(Pro Color e Lissage), 2004(Guaraná e Verão Intenso), 2005(A vida te despenteia), 2007(SOS), 2008(Camada Destacada e Crescimento) e 2009(A vida não Pode Esperar). Ai eu pergunto, se o produto é bom para que mudar tanto de fórmula? Fico com aquele velho slogan: "Se é bom é Granado". O Polvilho antisséptico Granado, O leite de Rosas, Minâncora e a Maizena continuam no mercado até hoje com as suas respectivas fórmulas sem precisar gastar muito com renovação de marca. E afinal se você ler a fórmulas da maioria dos Shampus perceberá que no básico é sempres as mesmas. Só muda algumas fragâncias e embalagens.
Quem é da década de 60 deve se lembrar deste nomes no varejo carioca:
Lojas Brasileiras, Slopper, Barbosa Freitas, Gelli, Masson, Óticas Brasil, Carrossel, Toca do Coelho Branco e Don Pixote (três lojas de brinquedos que eram a minha tortura), Casas Pernambucanas, Helio Barki, Ducal, Calçados Polar e DNB, À Parisiense, Blanea (artigos de praia, que era na Rua Domingos Ferreira), Bazar 606, Bazar Miramar, Mercadinho Azul, Agacê, Bonita, a lanchonete Gordon, Bonino’s, São João Batista Modas, Sambão e Sinhá, Le Bec Fin, El faro, Rio Jerez, Pomme D’Or, Sapasso, Casas Olga, Kalil M Gebara, O Príncipe, lojas de eletrodomésticos Tamakavi (essa era do Silvio Santos),Ultralar, Brastel, Bemoreira, Casa Garçon, Importadora Guanabara, Entrelivros, papelaria Casa Matos e os supermercados:
Mar e Terra, Merci, Ideal, Casas da Banha, Leão, Disco, Paes Mendonça, Peg e Pag, Serra e Mar, Camaro, Olinda, Rainha, Continente, Dallas, Barra, Lidel, Maracanã,ABC,Hesbom,Casa do Charque.
Aos pouco vou postar a nostalgia de alguns deste nomes.
Supermercados Terra e Mar, existente na década de 60 foi comprado pelas Sendas nos anos de 1969
Supemercados Merci (1958) foi comprado na época pelo existente Casas da Banha.
Supermercados Ideal (1960) também adquirido pelo forte grupo Casas da Banha.
Casas da Banha Depois de ser uma das maiores redes de supermercados do Brasil, com mais de 8 mil empregados, 230 lojas e faturamento anual de US$ 700 milhões, a Casas da Banha teve sua falência decretada em 1999. A empresa ficou famosa por ter patrocinado durante vários anos o comunicador Chacrinha. veja comercial da época no video do youtube.
Cadeia Alimentar do Varejo:
Mar e Terra (1969) e Três poderes(2003) engolida pelo Grupo Sendas que foi engolido pelo Grupo Pão de Açúcar.
Merci e Idel (1958) engolidos pela Casa da Banha (1990) que faliu em 1999 e algumas lojas foram adquiridas pelo Supermercados Serra e Mar, que foi engolido pela rede ABC que foi engolida pelo Grupo Pão de Açúcar.
Disco (1988) é comprado pelo Paes Mendonça (1999) que é engolido pelo Grupo Pão de Açúcar.
Peg e Pag (1978) é vendido para o Grupo Pão de Açúcar.
A partir de hoje postarei alguns assuntos sobre o passado do varejo,e a primeira é esta que consegui no site museu da pessoa.
O ramo [mercado] de trabalho antigamente era mais fácil. Quando eu saía de um clube tentava vaga no outro clube. Através de um amigo e do conhecimento dos próprios sócios do clube. Para trabalhar lá dentro tinha que ter boa educação, saber lidar com as pessoas para poder ter um pouco de crédito. Falava: “Fulano, arranja uma vaga para mim?” O outro, aquele mais ruinzinho, mais peralta, eles já mandavam embora. O que é ser um bom boleiro: educação, rapidez. E não responder ao associado quando eles fala. Tem muito associado agressivo. É como o pessoal diz: “Não exija a minha educação. Mostre a sua.” Tem que saber esses dois lados: a pessoa ser agredida ficar quieta. Que ele tem muito mais a ganhar do que revidar aquela agressão. Com 15, 16 anos eu ainda era boleiro. Depois já estava grande demais. A minha família sempre foi grande. Eu falei: “Vou entrar no ramo de mercado.” Houve uma oportunidade no antigo Mar e Terra. Entrei como repositor. Peguei uma vaga, estava fazendo inscrição. Na José Linhares, 245, Leblon. Hoje em dia é uma imensa Casa Sendas. Mar e Terra eu só conheci esse da José Linhares onde eu fiz a minha inscrição. Que logo a seguir foi comprado pela Sendas e permaneceu.
LOCALIDADE Comércio na Zona Sul Tinha o antigo Mundial e o CB, é a Casa da Banha. Perto da Visconde de Pirajá. Tinha umas duas ali. Agora só é Mercado Zona Sul e Casas Sendas. Até hoje ainda tem o Mercado Rei das Tintas. Do lado de lá, perto da Ataulfo de Paiva, tem um Ponto Frio. Mais à frente tem o Mercado Zona Sul, que era antigamente era a Casa da Banha. Eram os supermercados mais perto que tinha ali. O resto é botequim, para os bebuns. Se bebia muito café. Cerveja só mais à noite.
TRAJETÓRIA PROFISSIONAL Trabalho na Casa Sendas A minha experiência de mercado era de carteira assinada. Lá no mercado a gente que ia sempre repor os produto que os fregueses apanhavam. Eu trabalhava na sessão de perecíveis e cereais. Arroz, feijão. Tirava, repor. Eu pegava de 11 às 10. Tinha dois turnos. No primeiro o funcionário fazia a abertura , largava às 4. Depois tinha o segundo turno. Agora já mudou de novo. Já fizeram outro turno. Funcionário antigamente trabalhava 10 horas com duas horas extras. Agora funcionário só trabalha à base de 8 horas por dia com uma hora de almoço. Não mudou nada no mercado. Só a burocracia mudou. A gerência. Antigamente no mercado era mais prático de se comprar porque tinha coisas a varejo. Agora é tudo embalado. A própria seção de açougue era carne a varejo. Agora só é carne embalada. E isso dificulta para muita gente. Para a classe pobre principalmente. As bandejas são grandes. Os pedaços são caros. Nem todo mundo pode. Tem carne de segunda mais barata, que todo mundo pode pegar, mas não é vantagem.
O pessoal está correndo muito hoje em dia para outro lado aonde tem uma condição aonde você possa pegar uma carne, escolher. O Mundial, em Copacabana, vende carne a varejo. Lá você pede: “Me dá um quilo dessa.” Ele vai e corta do jeito que você quer. Na bandeja você não está vendo o que é que tem dentro da bandeja. Isso foi um tipo de mudança. Está certo que ficou com mais luxo, ficou mais bonito. Mas só para quem tem, para a classe média. Venho comprar no Mundial direto. É mais em conta. Nas Sendas a gente compra assim só mesmo numa emergência. Eu não vou lá comprar só uns 5 quilos de arroz, eu não vou só comprar um sabão. Compro aqui mesmo. Compra de mês quando tem que fazer, a gente pega vai lá. Faz uma compra maior. Porque uma compra de 120 reais que você faz no Mundial, nas Sendas quase dobra. Eu não digo dobra, mas dá mais da metade. Aumenta muito mais.
Não tinha vantagem para o empregado comprar. Quando eu trabalhava no mercado a gente fazia a nossa compra de mês. Mas eu fazia compra só do básico que precisava. E o resto eu dava o dinheiro à mulher ela comprava no varejo. Sempre foi melhor comprar a varejo. Não tem 6 anos ou 7 anos que acabou o a varejo.
Tem mercado tem condições de fazer um trabalho 24 hora. A condição do trabalho em 24 horas, em vários turnos de trabalho. E fica melhor dentro da Zona Sul, fica melhor para eles comerciar. Para a classe rica: “Não quero ir hoje de manhã porque o mercado está cheio.” “Então vai à tarde.” “Não quero ir à tarde. Quando todo mundo estiver dormindo eu vou, à noite.” Mas só facilitou mesmo para eles. Para a classe pobre não facilitou em nada.
Cheguei a pegar um pouco de saco de papel. Depois começaram a botar no saco plástico, na bolsa. E foram aprimorando. Passou a vir o saco, quando a gente comprava, perecível principalmente, botava no saco. Do saco para a caixa, bota na bolsa direto.
Só de Casa Sendas eu fiz 8 anos. Logo que eu entrei, em 1979, ainda tinha a marca Mar e Terra. Mas a Sendas tinha comprado. Em 88 foi a época que eu saí.
Quando eu entrei nas Sendas eu já parei um pouquinho de pescar. Já não tinha quase tempo. Era estudo, mercado, do mercado para escola. De repositor eu fui para encarregado de seção de não-perecíveis. Depois tomava conta também do hortifrutigranjeiro que era a seção de perecíveis. Teve várias mudanças de pagamento. O encarregado de uma sessão de cereais não-perecíveis ganhava menos que o encarregado de perecíveis. Era mais responsabilidade.
Foi quando o rapaz me botou como chefe de hortigranjeiro. De repositor, encarregado de não-perecíveis, depois passei para perecíveis. Dali eu comecei a trabalhar aos poucos no balcão. Eu trabalhei no balcão de salgados, no balcão de peixaria e um pouquinho na padaria. Eu era um funcionário, como é que se diz? Polivalente. Inclusive eu tenho até um papel meu com a minha avaliação. Muito boa e excelente. Entrei na seção de peixaria e na peixaria eu fiquei. Fui a chefe de setor de peixaria. Peixaria é arrumação, limpeza e bom atendimento. Quer dizer, não basta só a pessoa saber limpar um peixe se a pessoa em si já é toda suja, toda encardida, não tem também educação. Eu não era nem nascido quando já existia isso. Descamar e cortar na hora. Todo mercado que botava peixe tinha que ter um limpador de peixe. Tem um balconista, e tem um que toma conta em geral, faz a arrumação e repõe o peixe que falta.
Saída da Casa Sendas
As pessoas que compram o peixe não entendem de peixe. Geralmente um freguês que compra peixe vai pelo outro. “Será que esse está bom? Como é que conhece peixe? Abre a guelra dele e vê se está vermelhinha? Aperta no rabo?” Mas não conhece peixe. Eles ficam um no palpite do outro. Se ele comprar dois quilos de filé aqui e o outro falar: “Não leva, não, que está ruim”, ele deixa o filé. A classe brasileira, nossa classe aqui, é um teleguiado pelo outro, dentro do ramo do peixe. Poucos chegam: “Me dá esse peixe aqui.” O cara corta bota no bolso e vai embora. O resto pega, revira. Joga para lá, joga para cá. Mas não sabe nem o peixe que está levando. Eles compram gato como lebre. Lembro muito caso de freguesa. A freguesa chegou e falou: “Meu amigo, eu comprei um quilo de viola na feira. Mas isso aqui não é viola.” Levou para eu conhecer. Era arraia. Comprou arraia como viola. Era freguesa número um de comprar no mercado. Ela comprava muito. Então ela queria que eu visse. Compra filé de tiravira como filé de pescada.
Uma mercadoria, estando boa, dá para comer. Mas o pessoal não conhece peixe. Eles têm que chegar para o balconista ou para o encarregado do peixe: “Meu amigo, eu quero um peixe para assar.” Aí vão te dar um peixe para assar. “Você quer o quê? Um badejo, um cherne, um robalo?” “Um peixe mais em conta.” “Qual o filé melhor que eu posso dar para o meu filho?” “Filé de linguado.” Um filé que a criança come e não passa mal. “Qual o peixe que eu posso dar para uma pessoa doente?” “Um filé de pescada”. “Um filé de linguado.” E outras qualidades. Eu faço assim. Apesar de eu já ser peixeiro, quando vou comprar um peixe eu pergunto ao balconista: “Meu amigo, dá para o senhor me dar um peixe bom aí?” “Essa corvina aqui?” “Essa aqui. Eu quero essa aqui”. Já pego o meu peixe. para ler mais siga em museu da pessoa